15º Dia: Rio Douro e Porto

14º Dia: Piodão, Manteigas e Peso da Régua
outubro 15, 2015
16º Dia: Aveiro,Figueira da Fóz e Nazaré
outubro 15, 2015

Saímos de Peso da Régua com um céu glorioso sobre nossos capacetes e o rio Douro nos acompanhando num serpentear insinuante. A viagem transcorreu num piscar de olhos pois seguimos por caminhos que margeavam o rio na chamada rota do romântico e foi muito agradável. Eu filmei e fotografei freneticamente, uma cena era mais linda que outra. Passávamos por vilas e bairros que nos davam vontade de parar e morar ali mesmo.

O Porto nos surpreendeu com sua arquitetura. Prédios antigos conservados como se fossem novos nos transmitem a sensação de constância e nunca de decadência. O GPS nos guiou até chegarmos à rua do hotel mas não o localizamos, tentamos voltar e caímos em uma rua que estava bloqueada por uma obra. Tentamos novamente e ele sempre chegava no mesmo lugar, resolvemos apelar para o jeitinho brasileiro, eu desci e afastei uma barreira e o Fábio entrou com a motoca. No mesmo momento os operários começaram a acenar dizendo que não podíamos entrar. Explicamos que já tinhamos dado voltas e caíamos sempre alí e o hotel ficava a 50 metros da esquina. A máquina escavadeira afastou-se então para passarmos e foi aí que vimos um monte de areia com um buracão de cada lado. Engolimos em seco e lá foi o Fábio, com os dois pesões no chão e o c….oração na mão. Rssss Eu passei a pé, só registrando o feito do meu super piloto. É não é que deu certo? Chegamos ao hotel, o Eurostar das Artes. Foi o tempo de largar as tralhas, trocar de roupa e saímos, com nosso GPS de papel, para bater perna pela cidade. A primeira parada seria o Café Santiago, onde comeríamos a francesinha, tradicional prato do Porto para os desavisados, que consiste sum saduíche com carne, linguiça, chouriço, salsicha, presunto, ovo, queijo regado com molho picante a base de cerveja. Uma verdadeira bomba calórica, mas dividimos um para a consciência não pesar, e ainda encerramos o assunto com pudim de pão (Fabio) e toucinho do céu(eu). E depois andar muito pra gastar tudo isso.

E andamos muito, descendo e subindo ladeira, passando por avenidas e ruelas inacreditavelmente estreitas, becos que aqui em São Paulo não entraríamos nem por dinheiro. Chegamos à riveira, bairro do agito, nas margens do rio. Sentamos em um bar refinado e tomamos um café obsernando o movimento. Na volta enfrentamos uma escadaria de trocentos degraus e chegamos no topo com 1 metro de língua pra fora. E fomos turistando e fotografando até voltar ao hotel.Depois de um banho e um descanso resolvemos jantar na rivera para conhecê-la à noite, mas optamos por um taxi….O lugar à noite também é muito charmoso e escolhemos um pequeno bar para uma refeição fulgáz pois a francesinha ainda se fazia lembrar….

 

 

 

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